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Home / Projeto de Siegbert Zanettini propõe soluções rápidas e eficientes à nova unidade do laboratório Fleury

Agilidade na execução

Valendo-se de brises e vidros com controle solar na fachada, projeto para laboratório de análises clínicas procurou soluções rápidas e racionais.

 

 

 

“O projeto propõe uma solução formalmente rica e funcionalmente correta, garantindo a independência de cada setor, mas também a integração do edifício como um todo”.

Siegbert Zanettini

 

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Com três pavimentos, além do subsolo, o projeto tem sistema estrutural em laje plana de concreto armado. Na fachada principal, o vidro laminado (Saint Gobain) tem controle solar. Brises (HunterDouglas) recobrem os vãos e quatro pilares circulares foram revestidos em aço inoxidável.

 

A nova unidade do laboratório Fleury em São Paulo tem 3.528 m² de área construída em um terreno de quase 2 mil m². Tem estrutura de contenção do subsolo em estacas metálicas e pré-moldado de concreto e sistema estrutural em laje plana de concreto, para facilitar a distribuição de dutos de ar-condicionado e demais instalações pelo entreforro, evitando interferências com vigas, que foram posicionadas junto às fachadas. As vedações internas são com divisórias de drywall, e as externas e na circulação vertical, com alvenaria de bloco de concreto. A cobertura, por sua vez, é em laje impermeabilizada e, sobre ela, tetos verdes mantém o conforto térmico. “A fachada é formada por painéis e brises de laminado de alta pressão em tons de branco e madeirado. Esta solução apresenta elevada resistência à ação de intempéries e possibilita grande agilidade na execução das fachadas”, explica o arquiteto Siegbert Zanettini.

 

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Os brises horizontais foram posicionados nas fachadas norte, leste e oeste, a fim de garantir sombreamento nos ambientes e, ao mesmo tempo, manter o visual para o exterior. As esquadrias (Alcoa) foram moduladas em conjunto com o revestimento de painéis de laminado de alta pressão e sua instalação segue o sistema structural glazing, que elimina a interferência visual dos perfis de alumínio na fachada.

 

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Na área de recepção e espera, o piso é em porcelanato técnico polido e retificado (Portobello), de fácil limpeza. As divisórias de vidro apoiam as baias madeiradas e as cadeiras Slim (Classica Design) trazem um pouco de cor ao espaço. Projeto luminotécnico do arquiteto Antonio Carlos Mingrone.

 

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Em um dos cafés, a parede colorida foi pensada para os pequenos se descontraírem. Todo mobiliário foi feito em marcenaria (Ipê) e baseado em um ‘book padrão” desenvolvido pelo Grupo Fleury, que também especificou as peças soltas.

 

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Os tons claros e madeirados são predominantes no projeto, com pontuais intervenções divertidas nas áreas para as crianças. Ali, as placas de forro removível são em MDF (Owa).

 

 

 

 

Por  Marcela Millan
Imagens Marcelo Scandaroli
Matéria publicada em Anuário CM edição 20.

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